Para exercer a profissão de jornalista é necessário o diploma?
terça-feira, 10 de abril de 2012
Recente pesquisa do Ministério da Saúde confirma população brasileira está acima do peso
Recente pesquisa do Ministério da Saúde confirma população brasileira está acima do peso
Recente pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde chegou a uma conclusão que quase metade da população brasileira está acima de seu peso normal. Esse é um fato esclarecedor, de que os índices de pessoas obesas no Brasil têm aumentado nos últimos seis anos. Pesquisas feitas com pessoas a cima do peso em nosso país, entre 2006 e 2011, teve um avanço de 42,7% para 48,5% com um percentual nesse período de pessoas obesas que subiu de 11,4% para 15,8%.
Segundo o ministro da saúde Alexandre Padilha, o objetivo deste ministério, é dar um basta na obesidade, evitando, que aumente mais nesses próximos dez anos, fazendo investimentos em ações preventivas, sob uma preocupação maior com os mais jovens. Ainda, segundo o ministro afirmou nesta terça-feira (10), “com resultado desse levantamento nós conseguimos resultados que permitem aprimorar nossas políticas públicas, que são essenciais para prevenir uma geração de pessoas com excesso de peso”. Disse também, durante o anúncio dos resultados da última pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas, por inquérito telefônico (vigitel 2011).
Fotos: Similares
Caravana de erradicação contra o trabalho infantil
Foi realizada na tarde de ontem segunda-feira, no auditório João Frederico Ferreira Gomes, da Assembleia Legislativa do Estado, abertura da Caravana do Nordeste e o lançamento do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalhador Adolescente no Ceará, (FEETI/CE). Esse evento contou com o apoio Assembleia Legislativa do Ceará e da presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, deputada Raquel Marques (PT), e demais personalidades do Judiciário e do executivo. Também, contou com a participação do secretário de educação de Fortaleza Elmano Freitas, representante do Ministério Público, promotora Mônica Sileide, Ministério Público do Trabalho Procurador José Parente e do coordenador da Caravana contra o Trabalho Infantil Antonio de Oliveira Lima e da representante da Secretaria Especial da Presidência da República Maria Isabel da Silva, que falou de sua infância, quando criança também sofreu na pele a exploração do trabalho infantil, e, com muita dificuldade conseguiu estudar.
Imagem: Similares
sábado, 7 de abril de 2012
Hugo Chávez num gesto humilde deve é ceder vaga de presidente na próxima eleição
Hugo Chávez está começando a se desesperar com sua doença, esse é um momento para ele fazer uma reflexão em sua vida, analisar o que ele como governante já fez de bom ou pretende fazer para humanidade que venha merecer a misericórdia de Deus.
O senhor Hugo Chávez, deve refletir, quantas pessoas sofrem por causa de sua obsessão, pelo seu egoísmo egocêntrico e ainda mais, por estar almejando se eternizar no poder. Para manter o domínio numa nação sem liberdade de expressão e sem uma democracia plena.
Foto: Yahoo
terça-feira, 3 de abril de 2012
Bispo emérito de Iguatu é homengeado pelo CDL
Primeiro arcebispo de Iguatu, no Ceará, que chegou em 1962 nessa região. D. José Mauro Ramalho de Alarcon Santiago, bispo emérito. Foi homenageado numa justa homenagem pelo Clube Diretores Logistas, da região, pelos relevantes serviços prestados a sociedade e aos mais carentes cristãos da igreja.
Fonte: DN
Foto: J.Guedes
Rede de Jornalistas Internacionais escolhe jornalista do mês
terça-feira, 20 de março de 2012
Governo da Guatemala persegue imprensa
É um absurdo!!! A preocupação do governo da Guatemala é à imprensa. Porque publica, os maus feitos e desmandos de um governo corrupto e sanguinário. Esse é o governo guatemalteco! "Todo governo ou político, que persegue a imprensa é porque é comprometido com a corrupção ou mais agravante".
Blog JORNALISMO NAS AMERICAS
Início › Jornalismo nas Américas
Autoridades são as principais responsáveis por ataques à imprensa na Guatemala entre 2008 e 2012
Por Tania Lara/AP
A imprensa da Guatemala sofreu 33 ataques em 2011, um ano eleitoral, um aumento em comparação com o ano anterior, quando foram registradas 19 denúncias de ataque contra jornalistas, segundo relatório publicado no dia 15 de março pelo Observatório dos Jornalistas da Agência Cerigua.
Entre os 33 casos de violação da liberdade de expressão na Guatemala, o documento inclui o assassinato, ainda não esclarecido esclarecido, de um jornalista, assim como 13 ameaças de morte, sete agressões físicas e verbais, uma detenção arbitraria, duas tentativas de intimidação e oito restrições ao acesso à informação, explicou a EFE.
O relatório destaca que a maioria das agressões contra jornalistas (incluindo os oito assassinatos registrados nos últimos quatro anos) foi cometida por autoridades e poucos são atribuídas ao crime organizado, apesar de a Guatemala ser considerada um dos países com mais problemas de violência.
Segundo o levantamento, foram 179 agressões contra a imprensa durante o governo de presidente Álvaro Colom, entre 2008 e 2012. Dessas, 31% são atribuídas a autoridades; 12%, a grupos armados e forças de segurança 27%, a partidos políticos e apenas 3%, ao crime organizado, acrescentou o Prensa Libre.
O documento também adverte para uma possível subnotificação e a possibilidade de autocensura como forma de proteção entre os jornalistas, especialmente em regiões mais afetadas pelo narcotráfico, segundo a Associated Press.
Publicado 2012-03-18 11:32
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Autoridades são as principais responsáveis por ataques à imprensa na Guatemala entre 2008 e 2012
Por Tania Lara/AP
A imprensa da Guatemala sofreu 33 ataques em 2011, um ano eleitoral, um aumento em comparação com o ano anterior, quando foram registradas 19 denúncias de ataque contra jornalistas, segundo relatório publicado no dia 15 de março pelo Observatório dos Jornalistas da Agência Cerigua.
Entre os 33 casos de violação da liberdade de expressão na Guatemala, o documento inclui o assassinato, ainda não esclarecido esclarecido, de um jornalista, assim como 13 ameaças de morte, sete agressões físicas e verbais, uma detenção arbitraria, duas tentativas de intimidação e oito restrições ao acesso à informação, explicou a EFE.
O relatório destaca que a maioria das agressões contra jornalistas (incluindo os oito assassinatos registrados nos últimos quatro anos) foi cometida por autoridades e poucos são atribuídas ao crime organizado, apesar de a Guatemala ser considerada um dos países com mais problemas de violência.
Segundo o levantamento, foram 179 agressões contra a imprensa durante o governo de presidente Álvaro Colom, entre 2008 e 2012. Dessas, 31% são atribuídas a autoridades; 12%, a grupos armados e forças de segurança 27%, a partidos políticos e apenas 3%, ao crime organizado, acrescentou o Prensa Libre.
O documento também adverte para uma possível subnotificação e a possibilidade de autocensura como forma de proteção entre os jornalistas, especialmente em regiões mais afetadas pelo narcotráfico, segundo a Associated Press.
Publicado 2012-03-18 11:32
domingo, 18 de março de 2012
Justiça Argentina condena jornal por discriminar mulher
É uma pena que o colega Pablo Calvo, tenha infringido o Código de Ética de Jornalista
Nós jornalistas temos um código de ética, e, sabemos que não podemos ferir esse código, somos obrigados a respeitá-lo. Essa matéria que foi publicada dia 5 de abril de 2009 e intitulada “A fábrica de filhos”, de autoria do colega Pablo Calvo, e publicada no jornal Clarin, a meu ver, ela fere o código de ética da nossa categoria. Porque ele descrimina a mulher, quando ela busca seus direitos como mãe abandonada sem nenhum recurso para criar seus filhos.
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Jornal argentino Clarín é condenado por supostamente discriminar mulheres em matéria
Por Liliana Honorato/NM
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A Justiça Federal da Argentina condenou o jornal Clarín por publicar uma matéria cujo conteúdo supostamente discrimina as mulheres, informou o jornal La Capital. Publicada em 5 de abril de 2009 e intitulada “A fábrica de filhos: [mulheres] concebem em série e obtêm uma melhor pensão do Estado", a reportagem foi considerada "ofensiva" e "destinada à discriminação e à violência psicológica, sexual e simbólica contra a mulher", pela justiça argentina, acrescentou a agência de noticias UPI.
O artigo foi escrito pelo jornalista Pablo Calvo e fala de mães de baixa renda que têm vários filhos pelos quais recebem pensão do Estado, explicou o jornal El Entre Ríos. A ação foi interposta por três deputadas kirchneristas, que alegaram que a matéria demonstra "um total menosprezo à condição femenina”, segundo El Entre Ríos.
Na decisão, a justiça argentina ordenou ao jornal "publicar uma retificação do título ofensivo, em um dia de tiragem semelhante ao dia em que se publicou a notícia questionada, utilizando a mesma seção e o mesmo espaço", informou a agência de notícias Télam.
Apesar de Clarin reconhecer que o título do artigo foi "infeliz", o jornal alegou que a iniciativa judicial foi “exagerada” e que a decisão prejudica a liberdade de expressão e reflete uma intenção de censura, de acordo com o site de notícias Tiempo Argentino.
Publicado 2012-03-16 09:37
Nós jornalistas temos um código de ética, e, sabemos que não podemos ferir esse código, somos obrigados a respeitá-lo. Essa matéria que foi publicada dia 5 de abril de 2009 e intitulada “A fábrica de filhos”, de autoria do colega Pablo Calvo, e publicada no jornal Clarin, a meu ver, ela fere o código de ética da nossa categoria. Porque ele descrimina a mulher, quando ela busca seus direitos como mãe abandonada sem nenhum recurso para criar seus filhos.
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Jornal argentino Clarín é condenado por supostamente discriminar mulheres em matéria
Por Liliana Honorato/NM
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A Justiça Federal da Argentina condenou o jornal Clarín por publicar uma matéria cujo conteúdo supostamente discrimina as mulheres, informou o jornal La Capital. Publicada em 5 de abril de 2009 e intitulada “A fábrica de filhos: [mulheres] concebem em série e obtêm uma melhor pensão do Estado", a reportagem foi considerada "ofensiva" e "destinada à discriminação e à violência psicológica, sexual e simbólica contra a mulher", pela justiça argentina, acrescentou a agência de noticias UPI.
O artigo foi escrito pelo jornalista Pablo Calvo e fala de mães de baixa renda que têm vários filhos pelos quais recebem pensão do Estado, explicou o jornal El Entre Ríos. A ação foi interposta por três deputadas kirchneristas, que alegaram que a matéria demonstra "um total menosprezo à condição femenina”, segundo El Entre Ríos.
Na decisão, a justiça argentina ordenou ao jornal "publicar uma retificação do título ofensivo, em um dia de tiragem semelhante ao dia em que se publicou a notícia questionada, utilizando a mesma seção e o mesmo espaço", informou a agência de notícias Télam.
Apesar de Clarin reconhecer que o título do artigo foi "infeliz", o jornal alegou que a iniciativa judicial foi “exagerada” e que a decisão prejudica a liberdade de expressão e reflete uma intenção de censura, de acordo com o site de notícias Tiempo Argentino.
Publicado 2012-03-16 09:37
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